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CONHEÇA O FAUSTO COSTA GALVANI

O Fausto Costa Galvani é engenheiro civil , pós garduado em administração de negócios e pós graduado em gerenciamento de projetos

Meu nome é Fausto e eu nasci em São Paulo em 1978. Meus pais se mudaram de do Interior de São Paulo para a capital antes do meu nascimento à procura de uma vida melhor.
Meu pai veio de uma família humilde e era o caçula temporão de nove filhos. Ele e outro irmão foram os únicos que tiveram a oportunidade de estudar, pois seu irmão tinha problemas de coluna e não podia trabalhar na “roça” como os demais, então meu avô fez um esforço para mantê-lo na capital e assim poder trabalhar de outra maneira tendo uma qualidade de vida melhor, como fez isso para um filho, também fez para o caçula, meu pai. Como era difícil  para meu avô manter dois filhos na Capital, meu pai começou a trabalhar bem cedo para ajudar, fazendo serviços de Office boy.
Já minha mãe também veio de uma família humilde, também de nove filhos. Meu avô era carpinteiro e queria que todos os seu filhos tivessem uma vida melhor, trabalha muito para todos estudarem e se dedicarem somente aos estudos. Diante de uma vida bem regrada e limitada, ele conseguiu dar educação a todos.
Logo, a vida não foi fácil para nenhum dos meus pais e, por isso, a missão de vida deles era investir o que fosse preciso (dinheiro e energia) para que meus irmãos e eu tivéssemos a melhor educação e o melhor emprego possível, além de uma vida estável, sem ter que passar pelas mesmas dificuldades que eles passaram.
Eu consegui honrar todo esse esforço. Estudei o máximo que pude, passei em uma excelente universidade e arrumei o melhor emprego que eu consegui.
Em 2009, estava no meu nono ano trabalhando no mercado de engenharia Civil  em Belo Horizonte, com um ótimo contrato em uma empresa de gerenciamento de projetos Industriais, a Progen Engenharia.
Só tinha um problema…
Apesar de todo esse “sucesso”, eu não era realizado. Aquela carreira era tudo o que os meus pais sonharam e lutaram para eu ter e, no entanto, aquilo não era o meu sonho. Meu sonho era empreender e fazer a diferença.
Mas abandonar uma carreira e um salário como o que eu tinha era simplesmente desesperador para mim.
Em um momento, naquele mesmo ano de 2009, a  minha esposa Cecília, que prestava serviços de forma exclusiva para a mesma empresa que eu trabalhava, e eu fomos dispensadas por causa da finalização de um projeto que estávamos locados, primeiro ela e após uns 2 meses eu. Foi um momento muito conturbado, havíamos acabado de comprar um apartamento.
A Cecília e eu começamos a procurar algo para trabalhar, mas não estávamos dispostos a aceitar uma redução drástica da nossa qualidade de vida.
Decidimos então dedicarmos a empresa que a Cecília havia criado e já tinha prestado serviços à algumas grandes empresas.
Nos organizamos e escolhemos um serviço específico dentro da área de Arquitetura e Engenharia Civil para vendermos, totalmente diferente do que eu costumava fazer.
Havíamos atualizado o site da Empresa para que pudéssemos ser achados e com muita negociação conseguimos fechar o primeiro negócio, saímos para comemorar e tomamos um vinho.
Nesse período a Cecília também começou a prestar serviço de coordenação em uma outra empresa de projetos viários na metade do seu tempo.
Mas, seis meses depois de colocar o site desse negócio no ar, e fechar outros serviços, ele ainda não faturava o suficiente para pagar nossas despesas.
Comecei a fazer os meus contatos e voltei a fazer uns serviços esporádicos na área de planejamento.
De repente começamos a fechar mais serviços e não estávamos dando conta de prestar serviços em outras empresas e executarmos nosso trabalho. Foi então que a Cecília decidiu ficar exclusivamente por conta e  eu  ainda prestava alguns serviços esporádicos.
Um dia uma empresa de Grande porte me chamou para conversar e me fez uma proposta de trabalho para que eu fosse trabalhar na África, com um salário duas vezes maior do que eu ganhava e ainda levar a Cecília, que eles também a contratariam para trabalhar na área.
Conversei com a Cecília e pensamos muito, pois era bem mais do que  ganhávamos, mas também iríamos ficar longe de nossas famílias, só os veríamos de seis em seis meses e ficaríamos em um lugar com uma precariedade de infra-estrutura.
Decidimos não aceitar, e a Cecília me disse: “Não dá para se dedicar a duas coisas, temos que focar em nosso negócio”.
Acredito que essa tenha sido a decisão mais difícil que eu já tomei, depender de um serviço que tínhamos idealizado mas não ter muito conhecimento sobre ele, passados esses dias mais críticos, era a hora de colocar a mão na massa.
O momento da virada
A Cecília e eu arregaçamos as mangas, reestruturamos nosso marketing, focamos única e exclusivamente ao serviço que idealizamos, que era Regularização de Imóveis já construídos. Num período de 12 meses já estávamos faturando 19% a mais do que ganhávamos trabalhando dentro de outras empresas e 65% a mais do que o salário base de nossa categoria.
Tínhamos conseguido nossa independência, ou seja, fazer nossos horários, trabalhando no nosso ritmo e sem ninguém mandando o quê e como fazer. Ganhando mais do que ganhávamos e sendo respeitados na nossa profissão.
E o melhor tudo é que com esse modelo que estruturamos podíamos fazer outros tipos de serviços em nossa área e também faturar com isso.
Passado vários anos e ganhando bem, em um momento de crise do nosso país, meados de junho de 2017, vimos que vários colegas  de profissão estavam passando por dificuldades e buscavam oportunidades de trabalho em nossa área, pois sempre tinham algum parente ou amigo que precisa do serviço que prestávamos, mas não sabiam como fazê-lo. Esses colegas de profissão acabavam pegando o serviço e não conseguiam entregá-lo, foi aí que diante de vários questionamentos sobre o que fazíamos e como fazíamos, decidimos prestar consultoria.
Em algumas consultorias que a Cecília deu, ela sempre comentava: “Eu adoro ensinar!” e eu via que os profissionais saiam muito satisfeitos, foi então que sugeri a ela que além da consultoria podíamos montar um curso, e assim foi feito montamos dois cursos que ensinavam duas áreas que atuávamos, regularização de imóveis e aprovação de novos projetos.
Nesses cursos a Cecília ensinava a parte técnica e eu um pouco da parte documental e foi aí que eu percebi que eu também “gosto de ensinar”!
Em todos os cursos que dávamos eu perguntava para os alunos: Porque vocês estão fazendo o curso? E a grande parte deles respondia que estava querendo montar um escritório de arquitetura ou engenharia e estava vendo a oportunidade nesse curso. Na verdade eles queriam saber como empreender e serem bem sucedidos e não como só fazer um serviço.
Pensei se deveria ensinar, mas para eu ensinar o que sabia, teria que mostrar o segredo de tudo que eu tinha implementado no meu negócio.
Depois de dois anos e meio, resolvi ensinar outras pessoas, o que deu certo para mim. E, agora, como meu objetivo é levar isso para o maior número de arquitetos e engenheiros civis que querem comandar a sua vida profissional e conseguir crescer justamente como um dia eu quis. E também porque acredito que todo engenheiro ou arquiteto que investiu tempo e dinheiro em uma faculdade, que não foi fácil merece crescer.

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JIU-JÍTSU DA ARQUITETURA E ENGENHARIA CIVIL é um programa de treinamento interativo, em vídeo, que ensina passo a passo, com riqueza de detalhes, como arquitetos e engenheiros civis comuns fazem para comandar sua vida profissional faturando o dobro da média salarial da categoria por ano:

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